My Week With Marilyn, 2011, Direção de Simon Curtis, Com: Michelle Williams, Eddie Redmayne, Kenneth Branagh, Dominic Cooper, Judi Dench, Julia Ormond, Emily Watson, Dougray Scoot, Zoë Wanamaker, Toby Jones.
Na Inglaterra de 1956,um jovem cinéfilo decide arriscar a sorte e tentar conseguir um emprego no mundo da sétima arte. Com insistência, consegue uma vaga de terceiro assistente num filme dirigido pelo ator Laurence Olivier e que contava com Marilyn Monroe no principal papel feminino. Marilyn com seu comportamento excêntrico acaba irritando Laurence, enquanto ao mesmo tempo surge uma amizade inesperada entre o jovem terceiro assistente e a diva loira platinada.
Michelle Williams não é parecida com Marilyn, Scarlett Johansson foi pensada para o papel e tem maiores semelhanças físicas com a diva. Entretanto, duvido que Johansson conseguisse convencer e encantar tanto como Williams conseguiu. Sua interpretação é carismática e sensível, muito longe da caricatura, um trabalho completo mesmo, que conseguiu ficar até parecida com Marilyn Monroe, de tão boa atriz que é. Keneth Branagh (que interpreta Sir Laurence Olivier) e o protagonista Eddie Redmayne saem-se bem com seus papéis também.
Interessante gama de personagens o filme possui, pois além de Marilyn e Laurence Olivier, também tem as atrizes Vivien Leigh e Sybil Thorndike, personificadas respectivamente por Julia Ormond e Judi Dench. Aliás, na película há cenas curiosas acerca da atriz Vivien Leigh, uma pena não serem mais desenvolvidas e nem ter uma atriz mais talentosa para personificá-la, afinal Julia Ormond atua sem grande brilho. Aliás um defeito do filme é não explorar mais profundamente certas histórias, acaba rendendo menos do que deveria.
Interessante gama de personagens o filme possui, pois além de Marilyn e Laurence Olivier, também tem as atrizes Vivien Leigh e Sybil Thorndike, personificadas respectivamente por Julia Ormond e Judi Dench. Aliás, na película há cenas curiosas acerca da atriz Vivien Leigh, uma pena não serem mais desenvolvidas e nem ter uma atriz mais talentosa para personificá-la, afinal Julia Ormond atua sem grande brilho. Aliás um defeito do filme é não explorar mais profundamente certas histórias, acaba rendendo menos do que deveria.
O filme é agradável, tem uma bela fotografia e a direção de arte como um todo, é primorosa. O diretor Simon Curtis fez um bom trabalho, com belas imagens e interpretações marcantes. O maior mérito da produção é retratar a personalidade do ícone platinado com uma sensibilidade admirável, o roteiro vai muito além da celebridade Marilyn, a retrata com carinho e como uma personagem tridimensional, essa é a maior virtude do longa.

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